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Da sala de aula ao emprego
Por: Maria Eduarda Gomes 

Descubra como a conclusão dos estudos abre portas e muda vidas no mercado competitivo de hoje.

O mercado de trabalho contemporâneo exige cada vez mais qualificação. Em um cenário marcado por rápidas transformações tecnológicas e alta competitividade, a empregabilidade, ou a capacidade de conquistar e manter um emprego, depende diretamente do nível educacional dos candidatos. A relação entre analfabetismo e exclusão do mercado de trabalho é uma realidade que penaliza milhões de brasileiros.
 

O que o mercado exige?

Empresas buscam profissionais com habilidades básicas e específicas. Entre os critérios fundamentais estão a capacidade de comunicação, o domínio da leitura e escrita, e a habilidade de utilizar ferramentas tecnológicas. Esses requisitos, mesmo básicos, são barreiras para quem não concluiu o ensino fundamental ou médio.

De acordo com dados analisados no artigo publicado pela Revista Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, jovens e adultos que não completaram a educação básica enfrentam maior dificuldade de inserção no mercado. Isso ocorre devido à incapacidade de competir por vagas que, mesmo nas áreas operacionais, pedem conhecimentos básicos de leitura, matemática e informática.

 

A educação como fator transformador
 

A conclusão dos estudos, seja por meio do ensino regular ou da Educação de Jovens e Adultos (EJA), muda radicalmente as chances de empregabilidade. O ensino médio não apenas habilita os jovens para vagas melhores, mas também aumenta a autoconfiança e abre portas para a formação técnica e superior, elementos decisivos para o crescimento profissional.

 

A EJA, por exemplo, é uma modalidade que resgata trajetórias interrompidas, permitindo que alunos adultos conciliem trabalho e estudo. Além de oferecer acesso à educação formal, ela promove o desenvolvimento de competências que alinham o indivíduo às demandas do mercado.

Apesar dos avanços, persistem desafios. O alto índice de analfabetismo funcional e a evasão escolar continuam sendo entraves para milhões de brasileiros. O mercado de trabalho, por sua vez, é impiedoso: quem não possui o ensino médio sofre com o desemprego estrutural, enquanto aqueles que alcançam níveis superiores têm maior chance de estabilidade. Entre as soluções, destacam-se políticas públicas voltadas para a alfabetização e programas de capacitação técnica que conectem a escola às demandas do mercado. Empresas também podem contribuir, promovendo treinamentos internos e contratando pessoas que estejam dispostas a crescer profissionalmente.

Veja exemplos de pessoas que utilizaram do EJA no Brasil buscando melhoria de vida:















 







Estudar não é apenas um direito; é um passaporte para a cidadania plena e um requisito essencial para prosperar no mercado de trabalho. Investir na educação, seja ela inicial ou continuada, é garantir melhores perspectivas de vida. Afinal, quem aprende a ler, escrever e interpretar o mundo amplia suas possibilidades e conquista não apenas um emprego, mas também a chance de sonhar e realizar.

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EXPEDIENTE:

 

Projeto Experimental

Trabalho de Avaliação Parcial da disciplina Jornalismo de Dados - Centro Universitário Jorge Amado (UNIJORGE) 2024.2

Reportagem: Paula Almeida, Amanda Passos e Maria Eduarda Gomes

Desenvolvimento web: Paula Almeida

Imagens: Banco de imagens

Edição: Paula Almeida, Amanda Passos e Maria Eduarda Gomes

Gráficos: Maria Eduarda Gomes e Filipe Asaf

Contato: eofimdapicada3@gmail.com

Orientação: Prof.ª Mariana Alcântara

Orientação: Prof.ª Mariana Alcântara

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